1996
Realiza o show “Pixinguinha: Paulo Moura e Os Batutas”, em apenas duas apresentações, no Teatro Carlos Gomes, uma realização da Tema Produções.
Uma versão para brinde e colecionadores deste show é distribuida pelo selo Velas.
O selo Tom Brasil lança “Brasil Musical - Paulo Moura e Wagner Tiso”, álbum da série Música Viva, uma compilação de interpretações ao vivo de ambos, realizada no Sesc Pompéia.


Com Cliff Korman, com o qual mantém sólida parceria, grava ao vivo, no Festival Cantar da Costa em Gênova, um repertório que reúne de Pixinguinha a Duke Ellington: “Mood Ingênuo: Pixinguinha Meets Duke Ellington”, selo Almonds & Roses Music.

1997
É lançado pelo selo Rob Digital, o álbum “Pixinguinha: Paulo Moura e Os Batutas”.
No filme "Navalha na Carne" de Neville de Almeida, tendo Vera Fisher como protagonista, Paulo Moura faz uma participação especial, interpretando um músico de rua no bairro de Santa Teresa.

O "Festival Internacional Paulo Moura" é criado em sua cidade natal, São José do Rio Preto, por iniciativa do prefeito Liberato Caboclo, carioca de nascimento e rio-pretense por adoção. Como convidados, entre outros: a Orquestra Sinfônica Brasileira, a Orquestra de Câmara de Genebra, Wagner Tiso, Djavan, Leny Andrade, Oscar Castro Never, Paquito D’Rivera. Dá nome a uma praça da cidade.

Assume a presidência da Fundação Museu da Imagem e do Som.

Torna-se membro do Conselho Estadual de Cultura no governo Marcello Alencar.

É convidado a integrar o Conselho Federal de Música, no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.


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