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1944
Começa a tocar no conjunto de seu pai Pedro Moura – em bailes populares no Clube Marcilio Dias, para a população negra de S. José do Rio Preto, em tempos de discriminação racial. Extrai seu primeiro solo num choro composto pelo saxofonista Domingos Pecci.
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1945
A família Moura chega ao Rio de Janeiro, para morar na Rua Barão de Mesquita 363, na Tijuca.
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